Arquivo mensal: agosto 2009

Sobre gatos

Arensnuphis (Ari-hes-Nefer, Arsnuphis, Harensnuphis)

Um deus benigno da Núbia e Egito.

Ele tinha um templo em Philae, onde era conhecido como o companheiro de Ísis, a principal divindade local. Ele é representado sob a forma de um leão, ou como um homem usando uma coroa de plumas.

Bast Bast

A deusa egípcia da lua,  gatos e sexualidade, ela é representada tanto como um gato com cabeça de mulher ou como um gato.

Dedun (Dedwen) Dedun (Dedwen)

O deus  núbio e/ou egípcio da riqueza e do incenso.

Ele está associado com as terras do sul. Dedun (Dedwen) é normalmente representado na forma humana, mas também como um leão.

Freya (or Freija) Freya (ou Freija)

Freya, deusa nórdica do amor e da beleza, tinha uma carruagem puxada por dois enormes gatos cinzentos. Ela é freqüentemente retratada com gatos brincalhões.

Grimalkin Grimalkin

O gato cinza de poderes mágicos da tradição celta. Apontado em várias fonte como familiar  às bruxas.

Mafdet Mafdet

Uma deusa egípcia em formato felino, possivelmente de uma pantera. Ela foi observada, principalmente, como um destruidor de serpentes e escorpiões.

Mahes Mahes

A personificação egípcio do calor do verão, chamado de “Senhor do massacre”. Ele é representado como um leão ou um homem com uma cabeça de leão. Ele era adorado principalmente na área do Delta do Nilo.

Malaysia Malásia

Malaios venerado o gato como uma criatura divina que conduziria a sua vida futura viagem do inferno ao paraíso. Anyone who killed a cat was required to carry and stack as many coconut tree trunks as the cat had hairs. Qualquer um que matasse um gato era obrigada a transportar e empilhar troncos de coqueiro no mesmo número de pelos da gato morto.

Menhit (Menchit) Menhit (Menchit)

Uma antiga deusa leoa, e uma deusa da guerra. Ela é a esposa do deus Chnum Deus, e seu filho é o deus Hike. Os três eram adorados como uma tríade de Latopolis (a Esna atual), no Alto Egito.  Seu nome significa “ela que abate”.

Narasinha Narasinha

O homem-leão, quarta encarnação de Vishnu.

Para Pará

Antigo espíritos familiares finlandês que aparecem na forma de um gato, cobra, lebre, ou sapo.

Eles multiplicam a quantidade de comida e dinheiro que eles roubam da casa.

Ra Ra

O deus egípcio do Sol, Ra, transformou-se em um gato para fazer guerra à escuridão-serpente.

Raiju Raijū

Um demônio japonês cujo nome significa “animal trovão”. É um demônio do relâmpago na forma de um gato, um texugo ou fuinha. Durante trovoadas, torna-se extremamente agitado e salta de árvore em árvore. If a tree shows the marks of lightning, people say that Raiju’s claws have scratched it open. Se uma árvore mostra as marcas de raios, as pessoas dizem que que as garras do raijū a arranharam.

Sakhmet, Sekhmet Sakhmet, Sekhmet

Deusa da guerra com cabeça de leão.

Siam Siam

Deuses-rei siameses que usaram um gato para transportar suas almas além da morte. It was believed that the soul rested for the cat’s natural life span before entering Paradise. Acreditava-se que a alma descansaria pois a vida natural do gato aumentava antes de entrar de entrar no Paraíso.

Singa Singa

Um dragão mítico do povo indonésio Batak que vivem nas montanhas no norte de Sumatra. Singa aparece na forma de um leão e mostra muitas semelhanças com os benéficos Nagas hindu.

Tjilpa Tjilpa

O homem-gato totêmico ancestral dos aborígenes da Austrália.

Tsun-Kyanske Tsun-Kyanske

Esta Deusa birmanês da transmutação das Almas, foi venerado por sacerdotes e os seus gatos, acreditava se que os animais podiam  se comunicar diretamente com a deusa.

fonte wuzzle.org/cave/catbits.html

A briga de cão e gato

A Briga de cão e gato

Olhos de Gato

No começo do mundo, quando Adão de nome a todos os animais e governava sobre eles, o cão e o gato eram os maiores amigos. Eles eram companheiros inseparáveis de brincadeiras, parceiros fiéis em suas transações, e camaradas dedicados em todas as suas aventuras, seus prazeres e suas dores.  Eles viviam juntos, compartilhando da comida um do outro e confiando os seus segredos a ninguém, a não ser para eles mesmos. Parecia que não pudesse surgir diferença que pudesse causar problemas entre eles.

Então chegou o inverno. Foi uma experiência nova para eles para sentir o vento frio gelando suas peles e fazendo-os tremer. A perspectiva sombria das árvores sem folhas e o chão duro e frio pesava sobre seus corações, e, pior ainda, havia menos comida. A escassez tornou-se séria, e a fome os mergulhou na tristeza e desespero. Doggie tornou-se melancólico, enquanto Pussie ficou mais perversa, em seguida, petulante e, finalmente, desenvolveu um temperamento horrível.

“Nós não podemos continuar assim”, lamentou-se o gato. “Acho que seria melhor acabar com a parceiria. Nós não podemos encontrar o suficiente para compartilhar quando estamos juntos, mas separadamente, devemos descobrir presas suficiente durante a caça.”

“Eu acho que posso ajudá-lo, porque eu sou o mais forte”, disse o cão.

Pussie não o contradisse, mas pensou que o cão era um pouco tolo e de uma natureza bondosa. Ela sabia ser astuta e intencionava invocar essa qualidade para o seu sustento futuro. Doggie ficou profundamente magoado com o desejo de Pussie de pôr fim a sua dupla feliz, mas ele disse calmamente: “Mas claro, se você insistir em separa-se, eu concordo.”

“Está tudo acertado então,” ronronou Pussie.

“Para onde você vai?” perguntou Doggie.

“Para a casa de Adão”, respondeu prontamente a gata, que, evidentemente, disfarçou suas intenções. “Há ratos lá. Adão será grato se eu enxotá-los. Lá vou ter o que comer.”

“Muito bem”, concordou o cão.” “Eu vou andar mais para longe.”

Então o gato disse solenemente: “Temos de jurar que nunca atravessaremos o caminho um do outro. Essa é a maneira certa de encerrar um acordo comercial. A serpente disse isso, e ela é a mais sábia de todos os animais.”

Eles colocaram suas patas dianteiras direita juntas e solenemente, repetiram um juramento de nunca interferir um com o outro ao ir para o mesmo lugar. Então eles se separaram. Doggie trotted off sorrowfully with his head hanging down. Doggie trotou tristemente cabisbaixo. Ele olhou uma vez para trás, mas a gata não fez o mesmo. Ela saiu de alcance o mais rápido que pôde para a casa de Adam.

Mas Pussie não seria acalmada. Ela arreganhou os dentes feios e tentou arranhar seu antigo parceiro. O cão manteve-se fora do seu caminho tanto quanto possível, mas ela brigou com ele em cada oportunidades e, finalmente, ele decidiu não mais tolerar sua conduta.

“Pai Adão”, ela gritou, “Eu vim para ser sua escrava. Você está incomodado com os ratos na casa. Posso te livrar deles, e eu não quero nada pelos meus serviços.”

“Tu és bem-vinda”, disse o Pai Adão, acariciando o pêlo quente de Pussie.

Puss esfregou a cabeça dela contra os seus pés, ronronou contente, e correu a procurar os ratos. She found plenty and soon grew fat and comfortable. Ela encontrou muitos e  logo ficou gorda e acomodada. . Adam a tratava gentilmente, e ela logo esqueceu tudo sobre seu ex-companheiro.

O pobre Doggie não se saiu tão bem. Na verdade, ele teve tempos difíceis. Ele vagou a esmo na terra gelada e não conseguiu encontrar o menor pedaço de comida. Depois de três dias, desanimado, cansado e com as patas doloridas, ele chegou à toca de um lobo pedindo abrigo. Doggie ficou grato era mais grato, e dormir com os seus ouvidos em alerta, ele ouviu passos furtivos no meio da noite. Ele disse ao lobo.

“Afugente os intrusos”, disse o anfitrião, em tom ríspido.

Doggie o fez  obedientemente. Mas os saqueadores era, animais selvagens e quase o mataram. Ele teve sorte de escapar com vida. Após banhar suas feridas em uma poça no início da manhã, ele vagou durante todo o dia, mas novamente não conseguiu encontrar nada. Durante a noite, quando ele mal podia arrastar seu corpo faminto e ferido, ele viu um macaco em uma árvore.

“Bondoso macaco”, suplicou, “dê-me abrigo para a noite. Estou exausto e morrendo de fome.”

“Vá embora, vá embora, vá embora” gritava o macaco, pulando e balançando rapidamente de galho em galho, seus lábios se movendo rapidamente e abrindo e fechando os olhos comicamente. Doggie hesitou, e, para assustá-lo embora, o macaco pegou côcos da árvore e atirou nele.

O pobre Doggie rastejou miseravelmente longe.

“O que devo fazer?” ele gemeu.

Ouvindo o balido de uma ovelha, ele caminhou até elas e lhes pediu para ter compaixão por ele.

“Nós temos”, responderam: “Se você vigiar-nos e nos avisar quando o lobo vier.”

Doggie concordou de bom grado, e, depois de ter comido um pouco, ele estendeu-se para dormir como fiel cão pastor, com um olho aberto e outro fechado.

No meio da noite, ele ouviu lobos se aproximando, e, ansioso para auxiliar as ovelhas que o trataram bem, saltou nos seus pés e começou a latir alto. Isto alertou as ovelhas, que acordaram e correram em todas as direções. Some of them ran right into the pack of wolves and were killed and eaten. Alguns deles correram direto para a matilha de lobos e foram mortas e devoradas. O pobre Doggie estava de coração partido.

“É minha culpa, minha culpa”, lamentou ele. “Eu lati muito cedo. Oh, que criatura infeliz sou. Vou me manter afastado de todos os animais agora.”

Mais uma vez, partiu em suas viagens. Sempre que ele encontrou um animal ele corria na direção oposta. Ele teve que fazer a sua viagem pelos caminhos mais solitários e as rotas menos usadas, e a dificuldade de encontrar comida cresceu progressivamente. Enfim, ele ficou tão magro e fraco que ele mal teve forças para rastejar e tinha dificuldade de escapar de ser uma presa de animais ferozes.

Uma noite ele chegou a uma casa e pediu um pouco de alimento. A comida lhe foi dada, e durante a noite ele acordou o homem e lhe avisou que os animais selvagens estavam fazendo uma emboscada. O homem pulou, pegou o arco e flecha e os ladrões fugiram. Então ele deu um tapinha em Doggie.

“Bom cão”, disse ele. “Você é um animal sábio. Fique comigo sempre. Você vai ficar com Pai Adão”.

“Pai Adão!” Doggie gritou, em alarme. “Não devo ficar aqui.”

“Bobagem. Eu digo que você deve”, respondeu Adão, e Doggie foi obrigado a obedecer.

Pela manhã, Pussie descobriu que o cão se juntou à família e ela queixou-se a Adão.

“O cão quebrou o juramento que fez de não ficar no lugar onde eu estiver”, disse ela.

“Ele não sabia que você estava aqui”, disse Adam, desejosos de manter a paz. “Ele é muito útil. Eu quero que ele permaneça. Ele não vai te machucar. Existe muito espaço para todos nós”

“Não, não existe”, disse a gato acintosamente, arqueando-se para trás e ficando zangada. “Ele quebrou o seu juramento. Ele é uma criatura má. Você não ouse negligenciar a ofensa dele.”

O pobre Doggie se sentiu muito rejeitado, ficando com o rabo entre as pernas.

“Eu não sabia que era a casa de Adão, e eu estava tão faminto, miserável e cansado”, disse ele.

Mas Pussie não seria acalmada. Ela arreganhou os dentes feios e tentou arranhar seu antigo parceiro. O cão manteve-se fora do seu caminho tanto quanto possível, mas ela brigou com ele em cada oportunidades e, finalmente, ele decidiu não mais tolerar sua conduta.

“Eu devo deixar você, Pai Adão”, disse ele.”Pussie está fazendo minha vida insuportável.”

“Mas eu preciso de você”, disse Adão.

“Sinto muito”, disse Doggie, com firmeza, “mas é realmente impossível para mim continuar a seu serviço. A situação será diferente na casa de Seth. Ele também me quer”.

“Você não vai ficará amigo de Pussie?” perguntou Adão.

“Com prazer, se ela vai me deixasse, mas ela não vai.”

“Você se culpam”, disse Adam, perdendo a paciência. “Eu não posso convencê-los. Vocês brigarão para sempre”.

As palavras de Adão ter provado ser verdade. Desde aquele dia o cão e o gato não conseguiram chegar a acordo, e Pussie nunca consentiu em ser amiga de Doggie novamente.

Fonte: http://www.sacred-texts.com/jud/jftl/jftl12.htm

Glastonbury e o Dragão

Zmey

As “linhas do campo” de Glastonbury, são linhas imaginárias de energia que atravessam o planeta. Diz-se que todo o planeta tem essas linhas, que são linhas ou rodovias de energia que atravessam o planeta e que são invisiveis a olho nu. Essas energias eletromagnéticas atravessam Glastonbury em três lugares: as ruínas do mosteiro de Abbey, entre o altar principal e tuba de Guinevere’s tomb. os jardins do poço de Chalice, e o Glastonbury Tor). As linhas são masculinas (Michael) e feminina (Mary) they merge together near the High Altar in the Abbey.

No Tor se encontram várias espirais, sendo que esas simbolizam a serpente ou dragão, criatura sagrada da velha religião. O dragão é a energia primária da terra e do céu – poder que deve ser usado com sabedoria e reverência.  If visualizarmos o morro como o dragão símbolo da “Mãe Original” o lugar seria palco de cerimoniais de renascimento e iniciação, onde os participantes se encontrariam cara a cara com a “Mãe”, entrando em seus subterrâneos escuros, e renascendo pelos seus poderes vitais.

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Quem assistiu ao filme de 1981, “Excalibur” viu que em uma das cenas, quando Arthur pergunta a Merlin onde está o dragão, ele responde “aqui, ali, em todo lugar”… Você não vê nenhum dragão no filme, mas percebe que ele está em todo o lugar, e é a força do poder de Merlin e ao mesmo tempo sua maldição, quando Morgana usa o poder do dragão para o aprisionar. E esse poder que dizem está multiplicado nesse lugar, já que as linhas do dragão se encontram três vezes em Glastonbury.

A paisagem do lugar já passou por várias mudanças, naturais e provocadas Challice Well by Daharjapelo homem, como  no tempo dos romanos. Mas até hoje prevalece um misto de terra seca com áreas inundadas, o que confere ao lugar um tom mágico, que acrescentado a lenda de ser um lugar cheio de energia, chama a atenção de muitos, turistas e hippies. É comum ver hippies cantarolando e fumando nos pontos de encontro energético, principalmente no alto do morro de Tor.

Há dois mil anos atrás, o mar alcançava o Tor (pedra, pilha, marco) de Glastonbury, formando uma pequena ilha ao redor da colina. Aos poucos, o mar virou um lago. Nessa época, o Tor deveria parecer um ilha de qualquer ponto que se olhasse, por isso o nome céltico para Glastonbury é Ynys-witrin, a Ilha de Vidro.

Glastonbury_Abbey_03A Ilha de Avalon, muitas vezes identificada como Glastonbury, se origina de uma lenda céltica do sem semi-deus Avalloc or Avallach, governador do submundo. No folclore celta, Avalon era uma ilha encantada e era o ponto de encontro para os mortos e onde eles passavam para um outro nível de existência. O Tor era considerado o lar de Gwyn ap Nudd, Senhor do Submundo, e o lugar onde viviam as fadas.

Um dos maiores mistérios são os setes níveis ou terraçosque circulam a colina. Não se sabe se foram feitos pelo homem ou com que propósito, mas foram datados do tempo Neolítico. Alguns acreditam que era um labirinto ritual e que seu formato corresponde a um diagrama mágico.

A lenda mais antiga sobre o Tor de Glastonbury é um estória do século treze sobre São Patrick (387-460), que  narra que ele se tornou um líder de ermitões depois que ele voltou da Irlanda e descobriu um antigo oratório depois de escalar uma densa floresta. Diz a lenda que o oratório foi construído por José de Arimatéia quando ele chegou lá depois da crucifixão de Cristo.

Outra lenda citada por  Llancarfan, em Vida de São Gildas, e escrita por volta de 1130, diz que o santo interveio entre o rei Artur e o rei Melwas da “Terra do Verão”, quando este rei raptou Guinevere, ferindo Sir Keu (Cei) no processo e a aprisionando em sua fortaleza em Glastonbury. Arthur foi buscá-la e o santo convenceu Melwas a soltá-la, promovendo a paz entre todos. A estória também pode ser lida no poema gal~es conhecido como O Diálogo de Melwas e Gwenhwyfar (Guinivere), o manuscrito data do século 16.

São dezenas de lendas relacionadas ao lugar, que o torna , como já citado, atraente para turistas, hippies e além disso local de peregrinação. No verão, os católicas fazem o percurso até as ruínas do mosteiro de Glastonbury, começando pelo Tor. Além disso há um festival de música e artes, que inclui até a aparição de um dragão.

Sendo um lugar de magia e governado pelo dragão da terra, ele não poderia deixar de aparecer…

www.dragoncircle.co.uk/page3.html

http://www.sacred-destinations.com/england/glastonbury-tor

http://www.bbc.co.uk/somerset/content/articles/2005/09/14/earth_energies_in_glastonbury_feature.shtml

http://www.celtnet.org.uk/gods_m/melwas.html

http://www.gothicimage.co.uk/books/makerofmyths1.html

Desaparecendo na Quarta Dimensão

On February 5, 1923, six hundred inhabitants of the settlement Hoer-Verde in Brazil disappeared. The police thoroughly examined the small town. At the town school, they found a gun, which was apparently used the day before, lying on the floor and the words “there is no salvation” written on a blackboard.

English version after the portuguese

O trecho acima eu copiei de um site na internet sobre estórias verdadeiras de fantasmas, http://www.trueghosttales.com/paranormal/vanishing-into-the-4th-dimension/, nesse post em particular são mencionados vários desaparecimentos desde um prisioneiro prussiano que foi desaparecendo do pátio, até ficar somente seus grilhões jogados no chão até uma aldeia inteira de esquimós que sumiu do mapa.

Mas o que mais chamou minha atenção e me fez crer que realmente a internet está cheia de lendas fabricadas é esse caso de um tal assentamento chamado Hoer-Verde. Mais de 600 habitantes sumiram, a polícia não encontrou nada, os únicos vestígios foram uma arma, que pareceu ter sido disparada no dia anterior e as palavras “não há salvação” escritas num quadro negro… Isso me lembrou a lenda de Croatan, estranho que até o detalhe da mensagem gravada na árvore (no caso o quadro) é igual…espantado

Claro, fiquei abismada, mas procurei mais sobre o assunto na internet. Se você digitar hoer verde, do jeito que for, junto, separado, acrescentados mais termos para filtrar resultados, vai sempre achar os mesmos tipos de sites, com nenhuma informação adicional à do site anterior que mencionei…

Muito estranhio, não? Ao que parece o tal desaparecimento foi fabricado e muitos só fazem copiar e colar, acrescentando ou subtraindo alguma coisa, mas o texto é sempre o mesmo.

Assim, se criou uma lenda que nunca ouvi mencionar em lugar algum em jornais do Brasil… Talvez seja ignorância minha. Talvez tenha acontecido esse mistério e falte um blogueiro pra postar aqui e me esclarecer… Será?

Abandoned_Building_(158612937)Só sei que lá fora, em sites em inglês, o tal assentamento realmente sumiu e está deixando muitos blogueiros de fora chocados… Postei meu comentário, e alguém me respondeu realmente aconteceu, e que tinha ouvido sobre numa visita a um museu no Brasil. Só que esqueceu o nome do museu e que informações sobre o caso são raras.

Hmmmmm…. Por essas e por outras, é que se deve confiar desconfiar de certas lendas…

English Version

The above excerpt I found in a website about “true stories of ghosts”, http://www.trueghosttales.com/paranormal/vanishing-into-the-4th-dimension/ in the post they mentioned strange disappearances as a prisoner Prussian or an entire village of Eskimos …
But what really caught my attention and made me really believe internet is full of silly legends made is that one about Hoer-Verde settlement called Hoer-Verde. More than 600 people disappeared, no trace, only saw a lost gun and, which appeared to have been shot the day before and the words “no salvation” written on a chalkboard … It reminded me of the legend of Croatan, remind the words written in the tree?
If you type hoer green, hoer-green, separately, add more terms to filter results, you’ll always find the same information, with no additional information to the previous site I mentioned … Strange,no? It´s a kind of  endless “copy and past”.
Everything I know is out there on sites in English, there´s no mention of this in any brazilian site, in my school days I never heard of this. We never saw in radio, televison, books… What is happening???

I went to “true ghost tales” site and post a comment. Someone told me this is true and herad about in a visit to a museum in Brazil. When I asked the name of museum, it was said he (or maybe she)  forgot the name of the museum. It was said the information about Hoer Verde is a quite rare…  Rare??? There´s no information!!!

So, my friend, take care of what you read in internet… Maybe it´s only a legend.

Thanks to the site http://thesop.org/ and R.J. Smith

Some sites about:

http://thesop.org/paranormal/2009/10/21/mass-disappearances-what-really-happened

http://english.pravda.ru/science/19/94/377/12624_Holes.html

http://aboutfacts.net/Mysterious54.htm

http://www.trueghosttales.com/paranormal/vanishing-into-the-4th-dimension/

http://www.analogsf.com/aspnet_forum/messages.aspx?TopicID=111

Boitatá The Demon with Bright Eyes

Boitatá is a entity which name means “running fire”. It´s know too as Baitatá, Biatatá, Bitatá e Batatão used to designate, in Brazil, the phenomenon of will-o’-the-wisp (ignis fatuus). It´s one of the first entities registered in the country, and its was first mentioned by the priest José de Anchieta, em 1560. It´s described as a snake of fire, but in Santa Catarina the monster appear as a bull with a single eye and bright as a fire. From Tupi, “mboi” means snake and “tata” fire. As mentioned by Anchieta, the demon dwells the shores, beaches and Rivers and punishes who set fire in the forest.

According to one of the legends, boitatá was the boigaçu snake, which inhabited a dark cave. Then a great flood invaded the place and all the animals ran to a great hill. Boigaçu took advantage of situation because was the only animal which was able too see in the darkness… The snake hunted many animals, and there was so much food that decided eate only their eyes. But eated too much of this kind of food and her eyes became bright as fire . And the frugal meal turned his body transparent. So, the thing is seen as a couple of bright ball floating over the forest and plains, this because her body is translucent. If anyone meet the thing, shall close the eyes, or you´ll go blind, crazy or die.

Amytiville

800px-Pequot_warimagem: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pequot_war.jpg

Em 1644, as relações entre os ingleses e os holandeses em Long Island, Nova Iorque, eram próximas, e um dos problemas dos problemas era que os dois grupos não conseguiam chegar a um acordo de como lidar com os índios Massapequa, o chefe deles afirmava que ele não tinha vendido a terra para eles, mas apenas “emprestado”… Os holandeses então mandaram John Underhill para resolver a questão. Ele tinha comandado o massacre de Mystic River, em 1637, durante a Guerra Pequot, onde morreram 400íindios, entre homens, mulheres e crianças.

Nessa nova ação, em 1953,  ele matou 120 índios e enterrou os corpos em uma fossa comum. O capitão Underhill e seus homens pegaram os ossos e jogaram nos pés de uma colina, e sentaram-se lá para comer sua refeição. Os ossos de 24 foram encontrados durante uma obra de um ferrovia em forte Neck Essa ferrovia passava justamente em cima do local onde estavam enterrados e lá a terra tinha uma coloração muito mais vermelha.

Coincidência ou não, os locais próximos são conhecidos como locais assombrados. Em Amytiville, em 1958, a família Herrmanns. A atividade sobrenatural ocorreu em com muitas testemunhas como um repórter de  Newsday repórter, um detetive, a família e outros. Coisas estranhas aconteciam como tampas de garrafa pulando no ar, coisas quebravam e voavam pela casa. A estória se espalhou rápido como haviam muitas testemunhas.

Em 1958, a família Herrmanns. A casa ficava em Seaford, Long Island, na Travessa . A atividade sobrenatural ocorreu em com uitas testemunhas como um repórter de  Newsday repórter, um detetive, a família e outros. Coisas estranhas aconteciam como tampas de garrafa pulando no ar, coisas quebravam e voavam pela casa. A estória se espalhou rápido como haviam muitas testemunhas.

Em outro endereço, 112 da Avenia Ocean, Butch DeFeo matou seus pais e cinco irmãos, em 14 de novembro de 1974, ele alegou que tinha sido possuído pelo espírito de um chefe índio. Os Lutzes, outra família que vivia ali, mudaram-se para lá em dezembro de 1975. Depois de 28 dias, eles fugiram depois de um mês, assustado com atividades paranormais como crucifixos virados de cabeça pra baixo. Além disso, acharam um quarto secreto no porão, que não estava na planta original e tinha um mau cheio insuportável.

Há quem diga que todas essas estórias foram inventadas, por um motivo ou por outro, quem sabe até para atrair turistas para a cidade. De qualquer forma, parece que muitos lugares onde ocorreram massacres ficam “malditos” ou pelo menos para muitos há uma energia estranha no lugar e talvez seja melhor não mexer com essa energia.

Fontes:

http://aslendasemitos.blogspot.com/2009/05/verdadeira-historia-sobre-terror-em.html

http://historicpelham.blogspot.com/2006/11/signature-of-captain-john-underhill.html

http://truelegends.info/amityville/poltergeist.htm

http://www.ghostvillage.com/legends/2005/legends36_04122005.shtml

http://www.historicpelham.com/

http://truelegends.info/amityville/indians.htm

Ne Hwas, a sereia

Ne Hwas, a sereia.

Há muito tempo atrás, havia um índio, com sua esposa e duas filhas. Eles viviam perto de um grande lago, ou no mar e a mãe avisou às meninas para nunca ir para a água, pois se assim o fizessem  algo que aconteceria com elas.

Elas, no entanto, enganavam a mãe repetidamente. Quando nadar é proibido torna-se ainda mais agradável. A beira do lago acabava em uma ilha. Um dia elas nadaram até lá, deixando suas roupas na praia. Os pais as perderam.

O pai tentou encontrá-las. Ele as viu nadando ao longe e chamou por elas. As meninas nadaram até a areia, mas não foram longe. Seu pai perguntou-lhes porque não podiam. Elas gritaram que tinha ficado tão pesadas que era impossível. Elas estavam muito viscosas, e tinham virado serpentes cintura para baixo. Após mergulhar algumas vezes neste lodo estranho elas se tornaram muito bonitas, com longos cabelos e olhos negros e luminosos, com faixas de prata em seu pescoço e braços.

Quando o pai foi buscar as suas roupas, elas começaram a cantar em tons mais maravilhosos:

“Deixe-as lá
Não lhes toque
Deixe-as lá! ”

Ouvindo isso, sua mãe começou a chorar, mas as meninas continuaram:

“É tudo culpa nossa,
Mas não nos culpem
Isso não será nada o pior para você.
Quando você estiver na sua canoa,
Então você não precisará de remo
Vamos levá-lo junto!”

E assim foi: quando seus pais foram na canoa, as meninas a levaram para  todo lugar.

Elas as encontraram na água, e as perseguiu para tentou capturá-las, mas elas eram tão escorregadias que era impossível segurá-las, até que um, pegando a sereia pelos longos cabelos negros, conseguiu cortá-lo.

Então a menina começou a balançar a canoa e ameaçou virá-la, a menos que seu cabelo fosse devolvido. O índio que havia ludibriado a sereia a princípio recusou, mas como as sereias ou donzelas serpentes, prometeram que todos eles se afogariam a menos que isso fosse feito eles devolveram e assim sendo, foi desfeito o bloqueio que a impedia de continuar. E no dia seguinte, elas foram ouvidas onde elas tinha sido vistas pela última vez e o cabelo da sereia que havia sido cortado, estava crescendo novamente.

fontes:

http://www.sacred-texts.com/nam/ne/al/al57.htm

http://www.firstpeople.us/FP-Html-Legends/Ne-Hwas-The-Mermaid-Passamaquoddy.html

O Demônio Também Chora

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Na série “Devil May Cry” nós acompanhamos a estória de Dante, meio-homem, meio-demônio.  Sua herança demoníaca é ao mesmo tempo uma vantagem e uma maldição. Ele é um híbrido, fruto de um casamento entre o demônio Sparda e a humana Eva.  Ele é dotado de poderes extraordinários que só aumentam quando ele “encarna” o lado demoníaco que tem dentro de si.

Mas o tema de híbridos não é novidade no campo das lendas, é só lembrar dos nefilins, fruto de casamentos entre anjos caídos e humanas. “E os filhos de Deus vendo que as filhas dos  homens eram belas, tomaram para si esposas entre as que mais lhe agradaram” (Gênesis 16: 1-4)… Muitos interpretam que esse versículo fala dos anjos que se casaram com mulheres e daí geraram nefilins. Se eles eram “caídos” então eram demônios que geraram os primeiros híbridos dessa “raça”.

Então a estória desse tipo de cruzamento não é novidade e foi aproveitada como mote para o game… No Tv Tropes, se tem uma interminável lista dessas hibridizações e muitas outras! Até mesmo de humanos com dragões…Quem passeia pela cultura japonesa sabe que as games e animes estão cheios desse tipo de criatura.  A aproximação entre humanos e outros entes é muito comum na cultura japonesa. A raposa (kitsune) está sempre circulando entre humanos e casando-se com eles.

Como é explicado no Tv Tropes, parece que ser um ser meio-algo com alguma coisa dá muitos poderes para a descendência, mesmo que os filhos se queixem de sua má sorte de um ter um pai ou mãe sobrenatural. E em toda a literatura que tive acesso parece que é muitos mais comum a mãe ser uma humana e o pai, um ser sobrenatural. Já é muito difícil que o pai seja um humano e mãe uma entidade qualquer.

Uma exceção é a lenda de Lilith, no livro Tree of Souls: the mythology of Judaism, se explica a lenda de Lilith e como ela seduz homens e dá nascimento a seres meio humano e meio demônio. Essas “crianças” escolhem um lugar da casa para morar, como um guarda-roupa e lá ficam até a morte do pai, quando eles seguem o cortejo fúnebre. Inclusive, diz-se que é preciso despistar as híbridos para que eles não o sigam até o cemitério.

Dante em sua forma demoníaca

Outra personagem lendário, Merlin, também era apontada como filho de uma freira com um íncubus... Segundo a tradição, sendo gerado por uma serva de Deus e por um demônio, ele possuia sabedoria e poderes sem iguais, vindos de duas forças opostas,  Deus e o diabo. Diz-se que para impedir que a bebê manifeste seu lado demoníaco, é necessário banhá-lo em água benta assim que nascer. Provavelmente foi o que fizeram com Merlin, para que ele continuasse poderoso, sem se transformar em demônio.

No caso de Dante, ele precisa se transformar em demônio, para ganhar mais poder ainda.  Mas ele mantém o seu lado humano, o que pode ser encarado tanto como fraqueza como virtude. Interessante notar que tanto em lendas, como em games ou filmes, geralmente o híbrido sempre está tentanto matar o seu lado não-humano ou caçando seus parentes não-humanos, como D, de Vampire Hunter D.

D, segundo o primeiro anime da série, datado de 1985, dá a entender que ele seria o próprio Drácula, porque no confronto final, o vampiro olha para um quadro muito antigo e percebe que D é muito mais velho do que ele, insinuando-se que talvez D seja Drácula. Já no segundo filme, a “mão falante” diz bem claramente que ele seria fruto de um relacionamento entre uma humana e um vampiro.

Parece que os híbridos tentam se agarrar a sua parte humana, assim como o personagem Hellboy, fruto de uma união com uma bruxa e um princípe infernal. Ele é outro híbrido que também caça os seus parentes do inferno e tenta desesperadamente não deixar que a sua parte negra o arraste para o outro lado (se bem que Dante é totalmente cínico e não fica tão desesperado assim quando o seu lado infernal vem à tona).

Assim como Dante e outros, o seu lado humano sempre vence, mesmo que o poder herdado de seu pai os faça sobrehumanos, é o seu lado materno que lhes confere a humanidade e o coração, que os liga ao resto dos seres humanos.

Tanto é assim que em Devil May Cry 2, já no final do game, Dante chora pelo seu irmão Virgil, que ficou preso no inferno… Ao ver isso, Mary (Lady), pegunta se ele está chorando. Ele afirma que não, é a chuva. Ela conclui, que “até mesmo o diabo pode chorar…”

Como o Morcego Veio a Ser o Que É

13mamma

Como o Morcego Veio a Ser o Que É

Uma Lenda Ojibwa

Há muito tempo atrás, enquanto o sol se levantava pela manhã, ele chegou perto demais da Terra e ficou preso nos galhos mais altos de uma grande árvore.

Quanto mais o Sol tentava escapar mais ele ficava preso. Então, chegou a noite.

Logo, logo, todos as aves e animais notaram. Alguns acordaram, então voltaram a dormir pensando que tinham se enganado e não era hora de levantar.

Outros animais, que amavam a noite, como a pantera e a coruja, estavam realmente contentes porque permanecia escuro, assim ele podiam continuar a caçar.

Mas após um certo período, tanto tempo havia se passado que as aves e animais souberam que havia algo errado.

Ele se reuniram em Conselho na escuridão.

“O Sol se perdeu,” disse a águia.

“Devemos procurar por ele” disse o urso.

Assim, todos os pássaros e animais foram procurar pelo Sol.

Eles olharam em cavernas e nas profundezas da floresta e no topo das montanhas e nos pântanos.

Mas, o Sol não estava lá. Nenhum dos pássaros ou animais pôde encontrá-lo.

Então, um dos animais, um pequeno esquilo marrom teve uma idéia. “Talvez o Sol esteja preso em uma árvore alta,” ele disse.

Então, o pequeno esquilo marrom começou a pular de árvore em árvore, indo cada vez mais para o leste. Enfim, no topo de uma árvore muito alta, ele viu um raio de luz.

Ele escalou e viu que era o Sol. A luz do Sol estava pálida e ele parecia fraco.

“Ajude-me Pequeno Irmão!,” disse o Sol.

O pequeno esquilo marrom chegou mais perto e começou a mastigar os ramos que prendiam o Sol. Quanto mais perto ele chegava, mais quente ficava. Quanto mais galhos ele mastigava, mais brilhante o Sol se tornava.

“Eu tenho de parar agora!” disse o pequeno esquilo marrom. “Meu pelo está queimando. Ele estava ficando todo preto!”

“Ajude-me!,” implorou o Sol. “Não pare agora”

O pequeno esquilo continuou o trabalho, mas o calor do Sol estava muito quente e ele estava muito mais brilhante. “Minha cauda está se queimando!” disse o pequeno esquilo marrom. “Não posso fazer mais que isso!”

“Ajude-me!,” disse o Sol. “Logo eu vou estar livre!”

Assim, o pequeno esquilo marrom continuou a mastigar. Mas a luz do Sol estava brilhante demais agora.

“Estou ficando cego!,” disse o esquilinho. “Preciso parar!”

“Só um pouquinho mais!,” disse o Sol. “Eu estou quase livre!”

Finalmente, o pequeno esquilo marrom soltou o último dos ramos.

Logo que ele fez isso, o Sol se libertou e subiu para o céu.

A escuridão desapareceu sobre a Terra e era dia novamente. Por todo o mundo pássaros e animais ficaram felizes.

Mas, o pequeno esquilo marrom não estava feliz. Ele foi cegado pela claridade do Sol. Sua longa cauda tinha sido queimada até o fim e o que ele tinha de pêlo agora estava preto.

Sua pele tinha se esticado por causa do calor e ele estava suspenso no topo da árvore, incapaz de se mover…

Lá em cima no céu, o Sol olhou e sentiu pena do pequeno esquilo marrom. Ele tinha sofrido muito para salvá-lo.

“Pequeno Irmão,” disse o Sol. “Você me ajudou. Agora, eu vou de dar algo. Há algo que você sempre tenha desejado?”

“Eu sempre quis voar,” disse o pequeno esquilo. “Mas eu estou cego agora, e minha cauda se queimou.”

O Sol sorriu “Pequeno Irmão,” ele disse, “de agora em diante você voará melhor que as aves. Porque você veio tão perto de mim, minha luz sempre estará brilhando para você, e além disso você enxergará no escuro e ouvirá tudo ao seu redor enquanto voa.

“De agora em diante, você dormirá quando eu levantar nos céus e quando eu disser adeus para o mundo, você acordará.”

Então o pequeno animal que uma vez foi um esquilo caiu do galho, esticou suas asas de pele e começou a voar.

Ele não mais sentiu falta de sua cauda e de seu pêlo marrom e ele sabia que quando a noite chegasse novamente, seria sua hora. Ele não mais poderia olhar para o Sol, mas ele reteve a alegria do Sol dentro de seu pequeno coração.

E assim foi, há muito tempo atrás, o Sol mostrou sua gratidão para o pequeno esquilo marrom, que  não era mais um esquilo, mas o primeiro de todos os morcegos.

fonte: http://www.firstpeople.us/FP-Html-Legends/HowTheBatCameToBe-Ojibwa.html

Kongamato

A primeira menção do nome Kongamato, foi no ano de 1923, quando viajante pelo nome de Frank H. Melland estava trabalhando para uma vez em Zâmbia, recolhendo relatos de nativos sober uma misteriosa ave, sem pelos, que atacava os nativos naquela região. Eles a chamavam de “Kongamato” (siginificando “dominador de barcos”).

kongamato

Essa palavra é parte de um encantamento usado pelos Koandes para se proteger contra enchentes, que dizem ser provocadas por essa criatura. Eles usam o amuleto chamado “muchi wa Kongamato” para os os proteger quando atravessam certos rios habitados pela criatura. Dr. J.L.B. Smith, que ficou famoso por sua participação no descobrimento do celacanto, escreveu sobre lendas de dragões alados que habitam no Monte Kilimanjaro. Sua idéia é de que espécies extintas podem ser descoberta nos lagos, pântanos, rios e selvas da África do Sul. Marjorie Courtenay-Latimer, que descobriu o fóssil vivo celacanto compilou diversas estórias de répteis da Namímbia. De acordo com esse rumores, esses dragões voadores deixavam um cheiro de grama queimada quando eles pousavam.

Em 1920, o chefe da tribo Kanyinga morador da área de Jiwundu Swamp próximo da fronteira do Zaire identificou uma figura do pterodátilo como um Kongamato… Em 1958, o jornalista científico Maurice Burton escreveu para uma revista que vários relatos na África diziam de uma criatura parecida como um pterodátilo que vivia nos pântanos de Bangweulu. Ela vive nos pântanos de Jiundu até o oeste de Zâmbia, Congo e Angola e há muitos relatos de ataques contra os nativos. Criaturas similares são encontradas no Camarão, onde são chamadas de Olitiau, e em Gana são denominadas de Sasabonsam. Alguns dizem que ele tem a habilidade de brilhar à noite. Suas cores variam, mas é dito que é principalmente de cor vermelha ou negra, tanto que muitos cientistas dizem que se trata na verdade é de um morcego ou uma cegonha, mas que os criptologistas teimam em dizer que é um pterodátilo.

Também é descrito como um dragão voador de mais ou menos 1,22 m, em cores que variam de verde a azulado, mas em linhas gerais é sempre descrito como de corpo alongado, com pés pequenos, e grandes asas semelhantes a de um morcego. Algumas tribos os adoram como deuses. Imaginação ou não, houve até um estudante do Kenya que ligou para dizer que esses reptéis voadores não estavam extintos, descrevendo-os perfeitamente e dizendo que ele eram considerados pragas, semelhantes aos urubus e que se não se enterrasse profundamente os cadáveres ele os desenterravam para comer os restos de nativos e animais mortos. Eles não acreditavam que seja uma coisa sobrenatural como um demônio (molumbe), as algo muito real como um leão ou um búfalo.

Lendas de pterodátilos que tenham sobrevivido não é incomum, tanto é assim que dizem que um garoto de nome Oliver Thomas foi raptado por um deles… Isso aconteceu em 1909, ele foi até um poço pegar água quando da casa, todos ouviram seus gritos desesperados. Quando correram eles não vira nada lá fora, mas conseguiram ouvir seus gritos cada vez mais distantes… Depois se verificou que as pegadas iam até um determinado ponto e de lá sumiam! E mais adiante encontraram o balde, como se ele tivesse soltado de uma determinada altura… Para esse sumiço, há até quem culpe o Wendigo, lendário monstro faminto das lendas dos índios algonquinos.

Há inclusive em um dos sites, um pterodátilo abatido durante a guerra civil. Muito interessante e logo se vê que é uma montagem da época. Para finalizar há muitos relatos de criaturas aladas estranhas que sobrevoam também a América do Norte, descritas como grande pássaros, abutres, demônios, como o Homem Mariposa, que foi visto várias vezes e em 1966, provocou uma histeria coletiva no oeste da Virgínia e o caso foi mote do filme Mothman Propehecies, com Richard Gere… Mas isto é outra estória….

http://pt.wikipedia.org/wiki/Algonquinos http://pt.wikipedia.org/wiki/Wendigo

http://tejiendoelmundo.wordpress.com/2009/01/22/el-enigma-de-oliver-thomas/

http://everything2.com/index.pl?lastnode_id=124&node=kongamato&searchy.x=1&searchy.y=1

http://www.genesispark.com/genpark/konga/konga.htm

http://www.trueauthority.com/cryptozoology/kongamato.htm

http://www.unknownexplorers.com/kongamato.php Homem mariposa:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mothman http://www.imdb.com/title/tt0265349/

Mais sobre o Kongamato:

http://xfilesmisterioso.blogspot.com/2009/07/kongamato-dominador-de-barcos-tambem-em.html

Mais sobre monstros perdidos nos pântanos da África:

https://casadecha.wordpress.com/2009/05/08/mokele-mbembe-e-mapinguari/